Ambiente da Primeira Infância

Principais Temas e Resultados de Pesquisas

EVITANDO EXPERIÊNCIAS NEGATIVAS

a) EFEITOS DA POBREZA

 

Resumo
Apesar das políticas e das ações especialmente criadas para estimular o desenvolvimento das crianças consideradas vulneráveis, o simples fato de crescer na pobreza representa uma desvantagem para o indivíduo. Embora a recente ênfase em programas de apoio familiar e comunitário seja um grande avanço, esses novos programas não podem ocupar o lugar das políticas de redução da pobreza. Às vezes estes programas e as próprias pessoas que os implementam podem acabar desviando a atenção das principais consequências da pobreza.

 

Nas seções a seguir, os danos resultantes da pobreza são apresentados sob os tópicos dos impactos secundários da pobreza. A pobreza, no entanto, permance como a condição subjacente.
Principais resultados:

 

1. As diferenças de habilidade entre indivíduos e entre grupos socioeconômicos diversos começam a aparecer nos primeiros anos de vida, tanto para habilidades cognitivas quanto não cognitivas, assim como as diferenças na saúde geral, sendo que tais diferenças aumentam com a idade.

 

2. Um estudo do Chile que mediu o desenvolvimento psicomotor a partir dos 18 meses mostrou que 40% das crianças de famílias pobres tinham algum retardo de desenvolvimento aos 5 anos, 50% apresentavam retardo no desenvolvimento linguístico, 30% no desenvolvimento visual e motor e 17% no desenvolvimento motor bruto .

 

3. As crianças do quintil de renda mais alto em dado país têm mais de duas vezes mais chance de frequentar a pré-escola do que as do quintil mais baixo no mesmo país, além de terem mais chances de receber estímulos qualitativamente mais importantes para o seu desenvolvimento em casa.

 

4. As crianças de 5 anos no quintil de renda mais alto tiveram um desempenho linguístico entre 0,5 e 1,5 desvio-padrão acima do quintil mais baixo na Etiópia, Índia, Peru e Vietnã.

 

 

b) DESNUTRIÇÃO MATERNA E OUTROS RISCOS À SAÚDE MATERNA

 

1. As mulheres em idade fértil (principalmente grávidas e lactantes), os bebês e as crianças pequenas encontram-se nos estágios mais vulneráveis da vida do ponto de vista nutricional. A desnutrição materna é, por exemplo, um importante fator predisponente para morbidade e mortalidade entre mulheres africanas. As consequências de um mau estado nutricional materno refletem-se no baixo ganho de peso durante a gravidez e alta morbi-mortalidade infantil e materna.

 

2. Cerca de 42% das mulheres grávidas em países de baixa e média renda apresentam anemia e, dessas, 60% têm deficiência de ferro. Na África do Sul, a anemia materna por deficiência de ferro de 6 a 10 semanas após o parto foi associada e uma menor sensibilidade materna e responsividade infantil.

 

3. Um estudo recente de Bangladesh fornece novas evidências da alta incidência de sintomas depressivos maternos em muitos países de baixa e média renda. Os sintomas depressivos maternos estão negativamente associados com o desenvolvimento infantil precoce e a qualidade do cuidado parental em várias culturas e grupos sócioeconômicos. Os fatores de risco para a depressão materna, como pobreza, baixa escolaridade, alto nível de estresse e falta de apoio social também são fatores de risco para baixo desenvolvimento infantil, sugerindo que a relação entre depressão materna e comprometimento no desenvolvimento infantil é cumulativa e ocorre em diversos níveis.

 

 

c) DESNUTRIÇÃO INFANTIL E OUTROS RISCOS À SAÚDE DA CRIANÇA

 

1. Estudos longitudinais com crianças em idade escolar no Brasil e em Mali mostraram associações entre surtos de malária clínica e parasitemia assintomática e baixo escore cognitivo e rendimento escolar.

 

2. Estudos realizados no Brasil indicaram associações entre o número de episódios de diarreia antes dos dois anos de idade, início tardio da vida escolar e atraso na fluência semântica e aprendizado verbal, considerando-se a condição socioeconômica e o estado nutricional das crianças.

 

3. Estudos no Chile, Índia, México e Zanzibar mostraram um baixo desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional, associado com anemia por deficiência de ferro na primeira infância ou no período pré-escolar.

 

4. Estima-se que o retardo de crescimento linear e o nanismo afetem 34% das crianças com menos de 5 anos em países de baixa e média renda. Confirmando evidências anteriores, novos estudos longitudinais do Brasil, Índia, Peru e Vietnã indicaram associações entre altura-para-idade na primeira infância e habilidade cognitiva ou linguística aos 5 anos.

 

5. O momento do retardo no crescimento parece importante. Na Guatemala, o crescimento foi relacionado ao desenvolvimento até os 24 meses, mas não dos 24 aos 36 meses. Análises combinadas de 5 estudos longitudinais identificaram que um aumento de 1 desvio padrão no ganho ponderal do nascimento até os 24 meses está associado a um maior nível de escolaridade (0,43 anos) e inversamente relacionado a notas baixas, enquanto o crescimento de 2 a 4 anos teve pouco efeito.

 

6. Evidências de estudos do Chile, Índia, México e Zanzibar mostraram déficit de desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional relacionado com anemia por deficiência de ferro na primeira infância, ou no período pré-escolar.

 

 

d) ESTRESSE E VIOLÊNCIA

 

1. Crianças pequenas expostas à violência mostram insegurança nas relações interpessoais, maior risco de problemas comportamentais, menor comportamento pró-social e maior agressividade. As consequências adversas podem ser resultado de perturbações da estrutura e funcionamento familiares que comprometem a capacidade da mãe de criar os filhos e reduzem a capacidade da criança de regular as próprias emoções.

 

2. Bebês e crianças pequenas que testemunham cenas de violência em casa ou na comunidade mostram excesso de irritabilidade, comportamento imaturo, distúrbios do sono, sofrimento emocional, medo de ficar sozinhas e regressão no uso do banheiro e no desenvolvimento linguístico.

 

3. Quanto maior o número de experiências adversas na infância, incluindo violência, maior a frequência de problemas como alcoolismo, doença pulmonar, depressão e doença hepática na vida adulta e de gravidez na adolescência.

 

 

e) INSTITUCIONALIZAÇÃO

 

1. A institucionalização de crianças em espaços fehcados como ‘orfanatos’ parece estar diminuindo em alguns países, aumentando ou mudando de forma em outros. Embora a resposta da criança à institucionalização varie, muitas apresentam atraso de desenvolvimento a longo prazo. Ser criado em instituições desde a primeira infância aumenta o risco de resultados adversos, como atraso no crescimento, saúde debilitada, problemas de apego, distúrbios de atenção, déficit cognitivo, ansiedade e comportamento autista.

 

2. A institucionalização precoce está associada a uma redução do metabolismo no córtex temporal e frontal, reduções na conectividade da substância branca, reduções na atividade elétrica cerebral, desregulação do sistema hipotálamo-pituitária-adrenal e alterações no volume cerebral. Ilustrando os processos translacionais do tempo de maturação e da exposição cumulativa, as crianças com uma longa vivência institucional mostram volume reduzido da amídala esquerda e maior desregulação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal.

 

MAXIMIZANDO EXPERIÊNCIAS POSITIVAS

a) TRANSFERÊNCIA DE RENDA

 

1. Os programas de transferência de renda tiram da pobreza um grande número de crianças em muitos países. Esses programas incluem o Bolsa família do Brasil, o Earned Income Tax Credit (EITC) [crédito fiscal sobre remuneração recebida] dos Estados Unidos e o Oportunidades do México. Estima-se que o EITC manteve acima da linha da pobreza 5,4 milhões de pessoas nos estados Unidos em 2010, das quais 3 milhões eram crianças.

 

2. Muitos programas de transferência condicionada de renda distribuem benefícios vinculados ao comparecimento obrigatório a serviços preventivos de saúde e sessões educativas de saúde e nutrição. Alguns programas também exigem que as crianças em idade escolar frequentem a escola. Uma questão crucial que deve ser aprofundada em pesquisas é se a condicionalidade faz diferença nos resultados dos programas de transferência de renda.

 

 

b) PROGRAMAS DE SAÚDE E NUTRIÇÃO MATERNA E INFANTIL

 

1. Meta-análises de 12 estudos clínicos randomizados controlados de países de baixa e média renda mostram que a suplementação com múltiplos micronutrientes na gravidez leva a um aumento do peso ao nascer.

 

2. Diversos estudos avaliando o programa americano de Suplementação Nutricional Especial para Mulheres, Bebês e Crianças apontam ganhos significativos de peso ao nascer nos bebês das mães grávidas participantes. Esses ganhos estão na faixa de 60 gramas.

 

3. No Brasil, meninos que foram amamentados durante pelo menos 9 meses obtiveram notas (rendimento escolar) de 0,5 a 0,8 pontos a mais até os 18 anos, quando comparados com meninos que foram amamentados por menos de um mês. As notas obtidas são importantes porque, quanto mais altas, mais alta é a renda dos adultos.

 

4. A incidência de mortalidade neonatal nos Estados Unidos reduziu em 21% para os bebês amamentados. A amamentação reduz de maneira significativa a incidência de doenças agudas como: diarreias, infecções respiratõrias e de ouvido.

 

5. Estudos clínicos randomizados com quimioprofilaxia para malária em crianças em idade escolar mostraram benefícios significativos em linguagem, matemática e frequência no Sri Lanka, e em atenção no Quênia.
6. O custo para a implementação de programas alimentares para as crianças mais difíceis de alcançar é alto, mas produz resultados mais significativos.

 

7. Na Turquia, foram observadas melhoras no potencial auditivo evocado de tronco em bebês selecionados aleatoriamente para receber fórmula com suplemento de DHA, comparados com bebês que receberam fórmula sem suplemento. O consumo de alimentos fortificados com micronutrientes e ácidos graxos essenciais foi associado a um melhor desenvolvimento motor em Gana e na China. Embora não esteja claro quais nutrientes foram responsáveis pelos benefícios, as crianças que receberam suplemento com ácidos graxos essenciais e micronutrientes aprenderam a andar mais cedo do que as que receberam apenas micronutrientes. No entanto, os grupos também diferiam em ingestão calórica.

 

 

c) PROGRAMAS EDUCACIONAIS PRECOCES

 

1. Os programas de aprendizado precoce geralmente têm um impacto positivo no desenvolvimento cognitivo, na prontidão para a escola e no rendimento escolar das crianças. Esses efeitos são maiores para crianças de famílias desfavorecidas e em programas considerados de alta qualidade.

 

2. Estar inscrito em programas pré-escolares de alta qualidade, comparado com programas de média qualidade, está associado com resultados melhores no aprendizado em todos os estudos levantados.

 

3. Dois estudos indicaram que intervenções sociais e comportamentais no contexto pré-escolar levam a um melhor comportamento, maior sucesso escolar e maior capacidade de persistência.

 

4. O grupo de crianças em idade pré-escolar mais estudado foi o grupo distribuído aleatoriamente no programa Head Start, dos Estados Unidos. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre o grupo do programa Head Start e o grupo controle em cada medida estudada da experiência pré-escolar das crianças, embora muitas do grupo controle frequentassem alguma forma de pré-escola.

 

5. Para aquelas que participaram do programa Head Start desde os 4 anos, os benefícios se concentraram em língua e literatura. Para aquelas que começaram com 3 anos, também houve ganhos comparativos em matemática e comportamento. No entanto, no fim do primeiro ano do ensino fundamental restaram poucas diferenças estatísticas. Alguns sub-grupos, como crianças negras, de baixa renda e crianças criadas em ambientes bilíngues, mantiveram os ganhos durante todo o jardim de infância.

 

6. Apesar da aparente diluição do impacto do programa Head Start em crianças em idade escolar, outros estudos apontam resultados a longo prazo. Entre norte americanos de origem europeia, os adultos que haviam participado do programa Head Start tinham chances significativamente maiores de terminar o ensino médio, entrar para uma universidade e possivelmente receber salários maiores aos vinte e poucos anos do que seus irmãos que não participaram. Adultos norte americanos de ascendência africana que foram incluídos no programa Head Start tinham chances significativamente menores de serem acusados de um crime do que seus irmãos que não foram incluídos. O programa Head Start pode aumentar as chances de um homem afro-americano terminar o ensino médio. Além disso, os autores observaram um efeito maior para as crianças que participaram do programa depois de um irmão mais velho.

 

7. Dois estudos de eficácia em países de baixa e média renda mostraram efeitos positivos dos programas educacionais no rendimento da criança em matemática, leitura e escrita.

 

8. Num estudo realizado em 73 países, para cada aumento percentual na matrícula pré-escolar, a defasagem escolar para jovens entre 15 e 19 anos caiu 0,026 pontos. Isso significa que, se as matrículas no período pré-escolar aumentassem 10%, a defasagem escolar para jovens de 15 a 19 anos diminuiria em mais de um quarto de um ano escolar. A defasagem escolar é definida como a diferença entre o nível de escolaridade alcançado pelo quintil mais rico da população jovem comparado com os jovens dos outros quintis.

 

9. O mesmo estudo permitiu estimar, com base em diversas premissas, que o benefício de um aumento geral de 25% nas matrículas no período pré-escolar em um ano para cada país seria de US$ 10,6 bilhões, e de 50% seria de US$ 33,7 bilhões em termos do valor atual descontado da produtividade futura do mercado de trabalho. Isso significa uma relação custo-benefício de 17,6.

 

 

d) EDUCAÇÃO DE APOIO PARENTAL

 

1. A educação e o apoio aos pais podem melhorar o desenvolvimento cognitivo e psicossocial das crianças. Os efeitos são ainda maiores nas seguintes situações: em populações mais desfavorecidas; onde existem oportunidades de treinamento e currículos sistemáticos; e onde são utilizadas estratégias e técnicas de trabalho junto aos pais para estimular práticas de atenção e cuidado com as crianças.

 

2. Programas de educação e apoio aos pais demonstram promover: maior possibilidade de apego; interações entre pais e filhos visando melhorar a responsividade na alimentação de bebês e crianças pequenas; estímulo ao aprendizado, à leitura de livros e atividades lúdicas; auxílio na resolução de problemas relacionados ao desenvolvimento infantil, no cuidado da criança e na alimentação. A educação e o apoio parental relatados nesses estudos geralmente eram propiciados por meio de visitas domiciliares, grupos comunitários, visitas regulares a clínicas, através da mídia ou combinados com outros componentes.

 

3. Os programas mais bem-sucedidos dosavam componentes de saúde, nutrição e desenvolvimento na primeira infância. Uma duração maior de um determinado programa não produzia necessariamente resultados melhores. Uma meta-análise de programas desenvolvidos nos Estados Unidos mostrou que mesmo uma intervenção incluindo somente 16 sessões efetivas e de alta qualidade apresentava efeitos significativos nas interações entre pais e filhos.

 

4. O desenvolvimento socioemocional melhorou em bebês chilenos com anemia por deficiência de ferro, que receberam visitas domiciliares para promover o desenvolvimento, mas permaneceu inferior ao das crianças não anêmicas. Sem as visitas domiciliares, o desenvolvimento socioemocional caiu em crianças com anemia por deficiência de ferro.

 

5. Estudos randomizados sugerem atitudes mais positivas após terapia interativa de grupo em pais de crianças com deficiência intelectual na Índia, e benefícios da intervenção de grupo materno-infantil ou treinamento parental para o desenvolvimento infantil e a adaptação materna para crianças com paralisia cerebral em Bangladesh. 

 

6. Estudos de Bangladesh, China, Índia e África do Sul mostraram que intervenções para melhorar a interação materno-infantil e aumentar as atividades facilitadoras do desenvolvimento ajudam no desenvolvimento cognitivo quando aplicadas através de visitas domiciliares.

 

7. No Chile e na África do Sul, intervenções precoces para melhorar a interação materno-infantil promoveram maior apego e desenvolvimento socioemocional.

 

8. Crianças pequenas de mães instruídas apresentam um nível de desenvolvimento cognitivo mais alto do que os filhos de mães menos instruídas. Da mesma forma, bebês e crianças pequenas de alto risco mostram uma melhor trajetória de desenvolvimento quando a mãe tem um nível educacional mais alto. No entanto, as mães com pouca instrução parecem se beneficiar menos da participação em programas focados nos pais do que as mulheres mais instruídas, enfatizando a necessidade de estratégias para aumentar sua participação e aprendizado em intervenções voltadas para o desenvolvimento na primeira infância.

 

9. Um nível maior de educação materna está associado aos seguintes mecanismos de proteção: menor risco de depressão materna; maior conhecimento sobre o desenvolvimento infantil; melhores recursos e estratégias para a criação dos filhos; maior sensibilidade às diferenças individuais na trajetória de desenvolvimento da criança e maiores chances de acionar os serviços de intervenção disponíveis.

 

10. Programas ou intervenções precoces para crianças de baixo peso ao nascer, em países de alta renda, têm um impacto positivo no desenvolvimento cognitivo e socioemocional, com efeitos que perduram por toda a infância e vida adulta. Num estudo randomizado na Índia, bebês de risco cujas mães receberam informações/cursos para fornecer estímulos em casa por um período de doze meses apresentaram maior desenvolvimento cognitivo aos doze e aos vinte e quatro meses.

 

11. Num estudo clínico randomizado, um programa de estimulação domiciliar oferecido a cuidadores de bebês infectados com o HIV em visitas à clínica de três em três meses resultou em escores cognitivos significativamente maiores aos doze meses.

 

 

e) REDUZINDO OS EFEITOS DA VIOLÊNCIA

 

1. Estudos de Israel e da Palestina identificaram estratégias de intervenção que podem diminuir as reações de estresse em crianças pequenas. O efeito da exposição à violência pode ser reduzido através de atitudes parentais de apoio às crianças e de rotinas familiares positivas. No entanto, a violência pode comprometer a qualidade do cuidado ministrado pelos pais, reduzindo a capacidade da família de proteger crianças pequenas expostas à violência.

 

 

f. A desinstitucionalização e a redução do impacto da institucionalização

 

1. Crianças adotadas de instituições antes do segundo ano de vida possuem um volume de amídala e atividade elétrica cerebral mais próximos da normalidade.

 

2. A melhora do ambiente institucional (por ex., ensinando aos cuidadores a reponderem adequadamente às crianças; mantendo a estabilidade de emprego dos cuidadores e maior proporção entre cuidadores e criança) resulta em benefícios importantes para a competência cognitiva e socioemocional da criança. A adoção e a colocação em famílias substitutas constituem alternativas preferíveis à institucionalização, principalmente se as famílias adotivas ou substitutas receberem o suporte adequado.

 

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